no Coliseu do Porto!" />
A MOLDÁVIA DE SMETANA
O compositor checo SMETANA é um dos heróis de Praga, a capital da República Checa, onde faleceu completamente surdo em 1884. Com uma criação intensa, em vários géneros musicais, atinge sua maior genialidade no ciclo “Minha Pátria”, onde sem dúvida descreveu a Boémia para a audiência internacional. O poema sinfónico "MOLDAVA" descreve o percurso do Rio Moldava que banha Praga, desde o seu nascimento como riacho saltitante pelas pedras nas florestas da Boémia até vir a tornar-se largo e plácido antes de afluir no Elba na cidade de M?lník.
“Nas sombras das florestas nascem fontes; das fontes correm murmurando, os regatos; carregados de repouso, sulcam montes e unem-se, calmos, quentes, repousados. E assim se forma, naquela densa floresta da Boémia, um rio, tranquilo e relaxado. Imponentes castelos, outrora, sempre em festa, revêem-se, altivos, naquele rio espelhado...”
Smetana escreveu a mais bela partitura dum rio que corre, em ondas rutilantes, e foge, às ninfas que o perseguem: o Moldava. Lembrando danças, casamentos de amantes, caçadores, buzinas e cães... o rio fura apressado e, leito mais largo, entra em Praga.
Orquestra de Norte
Maestro Jan Dobrzelewski
Apoio: Câmara Municipal do Porto
| Preços de 5 a 10 € Classificação etária: M/3 |
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